Política REPERCUSSÃO
Erika Hilton critica família Bolsonaro após tarifa dos EUA e defende reciprocidade
Deputada atribuiu sobretaxa anunciada pelos Estados Unidos à atuação da família Bolsonaro e defendeu reação do governo brasileiro.
16/07/2026 06h55
Por: Redação 24h News MS
Deputada Erika Hilton criticou a família Bolsonaro após o anúncio de novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. (Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles)

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) criticou a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após o anúncio da tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (16/07), a parlamentar atribuiu a medida à atuação política dos filhos do ex-presidente e defendeu que o governo brasileiro utilize a Lei da Reciprocidade para responder às sanções.

Nas declarações, Erika afirmou que a decisão do governo norte-americano estaria relacionada à atuação da família Bolsonaro e classificou os integrantes do grupo político como "traidores da pátria".

CRÍTICAS

A deputada também direcionou críticas ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), afirmando que ele estaria colocando os interesses da família acima da economia brasileira e dos empregos no país.

Em relação ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Erika declarou que a decisão também estaria ligada a disputas envolvendo empresas de tecnologia, o sistema de pagamentos Pix e a atuação da Justiça brasileira em relação às plataformas digitais.

LEI DA RECIPROCIDADE

Erika Hilton defendeu que o governo brasileiro utilize a Lei da Reciprocidade Econômica, que permite ao Brasil adotar medidas em resposta a restrições comerciais impostas por outros países.

Segundo a parlamentar, embora a nova tarifa afete cerca de 20% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos, é necessária uma reação por parte do governo federal.

DEBATE

O anúncio das tarifas provocou reações de parlamentares governistas e da oposição, ampliando o debate sobre os impactos econômicos da medida e sobre a resposta que poderá ser adotada pelo Brasil nas próximas semanas.

Fonte: Metrópoles.