Mato Grosso do Sul LOGÍSTICA GIGANTE
Transporte de peças gigantes para megafábrica de R$ 25 bilhões impacta rodovias em MS
Carga superdimensionada segue escoltada até Inocência, onde será construída fábrica de celulose
14/01/2026 09h35
Por: Redação 24h News MS
Peças gigantes seguem escoltadas por rodovias de MS rumo a Inocência (Foto - Reprodução)

Nesta quarta-feira (14/01), o transporte de peças gigantes destinadas à construção de uma das maiores fábricas de celulose do mundo impactou o trânsito em rodovias de Mato Grosso do Sul. A operação envolve carga superdimensionada, transportada em comboio com escolta policial.

As peças chegaram ao Porto de Paranaguá, no Paraná, no ano passado, e o deslocamento por via terrestre teve início no começo desta semana. O transporte deve ser concluído nos próximos dias.

O comboio segue com escolta da Polícia Militar Rodoviária (PMR) nas rodovias estaduais e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas rodovias federais. O destino final é o município de Inocência, no interior de Mato Grosso do Sul, onde está sendo construída uma megafábrica de celulose com investimento superior a R$ 25 bilhões.

Os equipamentos transportados vieram da China e estão entre os maiores e mais complexos previstos no cronograma da obra. Entre eles estão os separadores de topo de digestor, cada um com 62 toneladas, 6,6 metros de altura, o equivalente a um prédio de dois andares, e cerca de 10 metros de comprimento, tamanho semelhante ao de um ônibus.

 

RODOVIAS AFETADAS

A Polícia Militar Rodoviária alertou para impactos temporários no fluxo de veículos durante o deslocamento da escolta. Nas rodovias estaduais, a atuação é da PMR, enquanto nas estradas federais, como a BR-267, a escolta é feita pela PRF.

Os trechos com interdição parcial e controle de tráfego são:

Durante a passagem do comboio, podem ocorrer retenções momentâneas, com liberação do tráfego logo após a passagem dos veículos.

As autoridades orientam os motoristas a redobrarem a atenção, respeitarem a sinalização e seguirem as orientações dos policiais. Sempre que possível, a recomendação é buscar rotas alternativas.