
O influenciador e empresário Henrique Maderite, que morreu em fevereiro deste ano, aos 50 anos, será homenageado em Belo Horizonte com o nome de um viaduto.
O prefeito Álvaro Damião (União) sancionou nesta sexta-feira (11/09) a lei que dá o nome do mineiro a uma estrutura localizada no bairro Belvedere, na região Centro-Sul da capital.
O viaduto, antes identificado pelo número 4.377, passa oficialmente a se chamar Viaduto Henrique Maderite.
A proposta foi apresentada pelo vereador Vile Santos (PL), aprovada pela Câmara Municipal de Belo Horizonte e posteriormente sancionada pelo prefeito.
A homenagem celebra a trajetória do influenciador, que ficou conhecido nas redes sociais pelo jeito espontâneo, vídeos bem-humorados e bordões que se tornaram populares.
Entre as frases mais conhecidas estavam “Sexta-feira, meio-dia, pode olhar aí” e “Sextou, bebê”.
Henrique Maderite acumulava cerca de 2 milhões de seguidores no Instagram e ganhou notoriedade ao transformar situações do cotidiano em conteúdos descontraídos.
Além da atuação nas redes sociais, ele também participou de ações de solidariedade.
Durante enchentes que atingiram Minas Gerais, Maderite utilizou sua visibilidade para mobilizar doações e ajudar pessoas afetadas.
O influenciador morreu em fevereiro deste ano, vítima de um infarto fulminante. Ele tinha 50 anos.
Natural de Belo Horizonte, Henrique residia em Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais, e foi encontrado morto no distrito de Amarantina.
A homenagem foi celebrada por grupos ligados à memória do influenciador, entre eles as Marias Bonitas de Lourdes e o Movimento Social de Valorização e Segurança de Belo Horizonte (MOVSEGBH).
Em publicações nas redes sociais, os grupos destacaram a alegria e a espontaneidade de Maderite e agradeceram à Câmara Municipal, ao vereador autor da proposta e ao prefeito pela aprovação da homenagem.
O complexo viário onde está o viaduto lembra, visto de cima, um trevo de quatro folhas, imagem que também passou a ser associada à homenagem nas redes.
Com a mudança, a estrutura deixa de ser identificada apenas por um número e passa a carregar de forma permanente o nome de Henrique Maderite.