
Um criminoso identificado como Fabrício Julieber de Almeida Silva de 29 anos, conhecido pelos vulgos “FB” e “C4”, apontado como integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital), morreu na tarde desta sexta-feira (15/05), após entrar em confronto com a Força Tática do 2º BPM, no condomínio Engenheiro Alexander, no conjunto habitacional Orestinho, em Três Lagoas.

Conforme informações policiais, por volta das 16h20, a equipe recebeu denúncias de que um indivíduo considerado de alta periculosidade, foragido da Justiça, estaria escondido nos chamados “predinhos” da região.

Durante patrulhamento ostensivo e preventivo pelo condomínio Engenheiro Alexander, os policiais visualizaram um homem com características compatíveis às repassadas na denúncia.
Ainda segundo a ocorrência, ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito correu para o interior de um imóvel.
Na tentativa de abordagem, conforme informações da Polícia Militar, o homem teria apontado uma arma de fogo em direção à guarnição.

Diante da injusta ameaça, e para preservar a integridade física dos policiais, a equipe efetuou disparos contra o suspeito.
Fabrício acabou alvejado, desarmado e socorrido ainda com vida pela própria equipe policial ao Hospital Auxiliadora.

No entanto, minutos após dar entrada na unidade hospitalar, a equipe médica constatou o óbito.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, Fabrício possuía extensa ficha criminal, com passagens por homicídio, associação criminosa, sequestro e cárcere privado, ameaça e tráfico de drogas no estado de Mato Grosso, além de ser apontado como integrante do PCC.

Conforme mandado judicial expedido pela 2ª Vara de Execução Penal do Interior, o criminoso estava foragido da Justiça após regressão cautelar de regime relacionada a condenação por homicídio qualificado, possuindo pena remanescente superior a 12 anos em regime fechado.
Segundo as informações policiais, o homem também já teria participado de um chamado “tribunal do crime” no ano de 2019.
O local do confronto foi preservado pela Polícia Militar até a chegada da Polícia Civil e da perícia criminal, que realizaram todos os procedimentos de praxe.
O caso será investigado pelas autoridades competentes.