
O ex-governador de Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PL), candidato ao Senado, afirmou que pretende atuar em Brasília para reduzir a burocracia e acelerar a análise de propostas no Congresso Nacional.
A declaração foi feita durante o programa eleitoral exibido na noite de quarta-feira (09/09), em um trecho gravado ao lado do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo Reinaldo, o Brasil está “estagnado” e parte do problema estaria relacionada à demora na análise e aprovação de projetos considerados importantes.
“O problema é a falta de vontade em Brasília de fazer o que precisa ser feito. Passou da hora de destravar o Brasil: atualizar leis, melhorar o orçamento, modernizar regras, eliminar burocracias, melhorar a segurança jurídica e a vida do povo brasileiro”, declarou.
O candidato citou uma série de temas que, segundo ele, precisam avançar no Congresso.
Entre os exemplos mencionados estão a PEC da Segurança, mudanças na jornada de trabalho 6 por 1, a discussão sobre a maioridade penal, a regulamentação das Big Techs, o marco legal da inteligência artificial e propostas de reforma administrativa.
“Não falta solução, falta decisão”, afirmou.
Reinaldo também defendeu medidas voltadas à segurança pública, saúde e infraestrutura.
Segundo o candidato, propostas para ampliar investimentos em rodovias, aumentar recursos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e fortalecer o combate ao crime organizado enfrentam demora para avançar.
“Todo mundo concorda que hoje, no Brasil, tudo é enrolado. Investir nas rodovias, colocar mais dinheiro no SUS, combater o crime organizado, facilitar e simplificar para quem trabalha e produz, tudo acaba ficando só na intenção. Pouca coisa vira realidade”, declarou.
A participação ao lado de Flávio Bolsonaro também reforça a estratégia eleitoral de Reinaldo dentro do PL em Mato Grosso do Sul.
O ex-governador disputa uma das vagas ao Senado nas Eleições 2026 e tem usado a campanha para defender mudanças na relação entre Executivo e Congresso, além de pautas ligadas à segurança pública, infraestrutura, saúde e ambiente de negócios.