
Adriano Vitor Hernandes Marques, de 34 anos, residente no bairro Vila Piloto, em Três Lagoas, vive um drama de saúde há quase oito anos. O drama na vida de Adriano começou de maneira inesperada, quando ele pisou em um prego enferrujado enquanto trabalhava consertando paletes. O que parecia ser um incidente corriqueiro transformou-se em uma batalha constante contra a dor e a busca por atendimento médico adequado.

Logo após o acidente, Adriano procurou ajuda médica. Ele foi atendido e medicado, retornando para casa acreditando que o problema seria solucionado. No entanto, com o passar dos dias, as dores intensas persistiram e seu pé começou a piorar. Ele buscou atendimento novamente e, ao longo dos anos, recorreu a diversos médicos na rede pública de saúde em sua cidade e em outras cidades próximas, como Andradina, Araçatuba e São José do Rio Preto, em São Paulo, e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
Apesar das diversas tentativas, Adriano não encontrou alívio. A dor foi se intensificando, levando-o a contrair empréstimos para tentar atendimento médico particular. Contudo, os valores cobrados estavam muito acima de sua capacidade financeira. Desesperado e sem opções, Adriano chegou a um ponto crítico. Em um momento de extremo desespero, ele tomou a drástica decisão de amputar os dedos do próprio pé usando um facão e um martelo, enquanto estava sozinho em casa. "Naquele momento, a dor parou, mas logo voltou", relembra Adriano.

A situação de Adriano piorou após a mutilação. Seu pé inflamou, ele perdeu a capacidade de trabalhar e, como resultado, deixou de ser o provedor de sua família. Hoje, ele vive com uma aposentadoria por invalidez que mal chega às suas mãos, já que grande parte do valor é descontada para cobrir os empréstimos que ele fez na tentativa de salvar sua própria saúde.

A iniciativa de buscar ajuda para Adriano veio da digital influencer Gabriela de Oliveira Leite, do "Blog da Gabi". Ela decidiu usar as suas redes sociais para divulgar o caso e tentar mobilizar a comunidade em busca de apoio. Adriano faz um apelo para que alguém se compadeça de sua situação e o ajude a encontrar um caminho para a cura e o alívio das dores que o têm torturado por tantos anos.

Interessados em ajudar podem entrar em contato diretamente com ele pelo telefone (67) 99674-6709 ou contribuir através do PIX com a chave CPF 034.738.351-37.