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Polícia Civil inclui campo inclusivo no sistema policial, para atendimento de pessoas com deficiência

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por intermédio do Núcleo Institucional da Cidadania (NIC/DGPC/PCMS), encaminhou para a SEJUSP/MS, através de...

Por: Redação 24h News MS Fonte: Polícia Civil - MS
18/10/2024 às 11h56
Polícia Civil inclui campo inclusivo no sistema policial, para atendimento de pessoas com deficiência
Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por intermédio do Núcleo Institucional da Cidadania (NIC/DGPC/PCMS), encaminhou para a SEJUSP/MS, através de sua Assessoria de Telemática, o termo de abertura do projeto “SERVIR E PROTEGER INCLUSIVO”. Após receber demandas da sociedade civil e de entes governamentais relacionados à defesa dos direitos das pessoas com deficiência, o Núcleo Institucional da Cidadania da Polícia Civil passou a analisar as funcionalidades do sistema SIGO no que diz respeito ao cadastro desse grupo populacional.

Concluiu-se que o sistema necessitava de alterações e da inserção de terminologias mais atuais e corretas para a abordagem e o atendimento das pessoas com deficiência, a fim de erradicar práticas discriminatórias e promover a construção de uma verdadeira sociedade inclusiva. Nesse sentido, o projeto “SERVIR E PROTEGER INCLUSIVO” propôs a alteração e a inserção de terminologias adequadas ao tratamento de dados das pessoas com deficiência no sistema SIGO, tornando, assim, os serviços da Polícia Judiciária mais inclusivos e humanizados.

Com as alterações já implementadas, o sistema SIGO oferece, no cadastro de indivíduos, uma funcionalidade própria (DEFICIÊNCIAS) e gera uma lista das mais diversas deficiências, sejam elas visíveis ou não. A Polícia Civil do estado de Mato Grosso do Sul reafirma seu compromisso com a sociedade, promovendo a inclusão social e o reconhecimento dos direitos das pessoas com deficiência.

“A implementação do uso desta ferramenta no sistema de registro de ocorrências é um verdadeiro instrumento de ampliação do acolhimento e do respeito à cidadania na atuação da polícia judiciária”, comentou a delegada responsável pelo NIC, Maíra Pacheco.

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