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Quase mil médicos sofreram agressões durante trabalho no Rio de Janeiro desde 2018

Levantamento aponta crescimento da violência em unidades de saúde e maioria das vítimas é formada por mulheres médicas

Por: Redação 24h News MS
05/05/2026 às 15h30
Quase mil médicos sofreram agressões durante trabalho no Rio de Janeiro desde 2018
Levantamento aponta quase mil casos de agressões contra médicos durante atendimento no Rio de Janeiro desde 2018 (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Quase mil médicos sofreram algum tipo de agressão enquanto exerciam a profissão no Rio de Janeiro entre os anos de 2018 e 2025, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (05) pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro.

De acordo com os dados, foram registrados 987 casos de violência contra profissionais da medicina no período. Do total, 717 ocorreram em unidades públicas de saúde e 270 em hospitais e clínicas privadas.

As agressões verbais lideram as estatísticas, com 459 registros. Em seguida aparecem 208 casos de assédio moral e 89 ocorrências de agressão física.

O levantamento também aponta que a maior parte das vítimas é composta por mulheres médicas, situação considerada alarmante pelas entidades da área da saúde.

Os números foram apresentados durante encontro promovido pelo Cremerj em conjunto com o Conselho Federal de Medicina, que debateu a segurança dos profissionais dentro das unidades de saúde.

Segundo o presidente do Cremerj, Antônio Braga Neto, os dados revelam uma situação grave enfrentada diariamente pelos profissionais da saúde.

“Estamos falando de profissionais que estão na linha de frente, cuidando da população, e que precisam ter garantidas condições mínimas de segurança para exercer sua função”, afirmou.

Braga Neto também destacou a preocupação com os casos de violência física contra médicas dentro de hospitais e unidades de atendimento.

“É absolutamente inaceitável que médicas sejam vítimas de violência física dentro de unidades de saúde”, declarou o presidente do conselho.

As entidades defendem medidas urgentes para ampliar a segurança dos profissionais, incluindo reforço de vigilância, protocolos de proteção e ações preventivas dentro das unidades de saúde.

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