
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, virou alvo de críticas e ironias nas redes sociais após ser acusado de cochilar durante uma entrevista coletiva realizada na quinta-feira (04/06), no Salão Oval da Casa Branca.
As imagens mostram Trump sentado enquanto o administrador da Agência de Proteção Ambiental (EPA), Lee Zeldin, e o secretário do Interior, Doug Burgum, faziam pronunciamentos. Em determinados momentos, o presidente aparece reclinado na cadeira e com os olhos fechados por alguns segundos.
O vídeo rapidamente ganhou repercussão nas plataformas digitais e foi compartilhado por opositores políticos, que passaram a utilizar o apelido de "Commander-in-Sleep", expressão que pode ser traduzida como "Comandante do Sono".
REPERCUSSÃO
O perfil oficial do Partido Democrata publicou comentários ironizando a situação e afirmou que o presidente teria "batido o ponto" durante a coletiva.
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, também comentou o episódio nas redes sociais. Em uma publicação, escreveu a frase "Don Sonolento está de volta (na verdade, nunca foi embora)", em referência ao suposto cochilo.
Até o momento, a Casa Branca não divulgou posicionamento oficial sobre as críticas envolvendo as imagens que circularam na internet.
DEFESA DE TRUMP
Na quarta-feira (03/06), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, saiu em defesa do presidente durante audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes.
Durante o debate, o congressista Ted Lieu questionou Rubio sobre supostos episódios em que Trump teria adormecido durante compromissos oficiais.
Rubio negou as acusações e afirmou que nunca presenciou o presidente dormindo durante reuniões.
Segundo o secretário, Trump costuma manter uma rotina intensa de trabalho e frequentemente realiza contatos durante a madrugada.
O episódio voltou a alimentar discussões políticas entre aliados e adversários do presidente norte-americano, principalmente nas redes sociais, onde o vídeo segue repercutindo.