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Polícia Civil deflagra mais uma fase da operação Sentinela

Operação Sentinela: A Polícia Civil, por meio da DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), deflagrou nesta quarta-fei...

Por: Redação 24h News MS Fonte: Polícia Civil - MS
07/02/2024 às 18h12
Polícia Civil deflagra mais uma fase da operação Sentinela
Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS

Operação Sentinela: A Polícia Civil, por meio da DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), deflagrou nesta quarta-feira, 07/02, mais uma fase da operação Sentinela, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão em Maracaju e Ponta Porã MS, que culminou na prisão em flagrante de um homem de 29 anos.

Nominada “Sentinela”, a operação, em caráter permanecente, é desenvolvida pela DEPCA-MS, para a repressão da exploração sexual infanto-juvenil em âmbito Estadual, através do monitoramento constante de atividades ilícitas, em meio virtual. A DEPCA realiza as investigações por meio de ações proativas em ambiente cibernético, bem como a partir de denúncias recebidas, em parceria com a National Center for Missing & Exploited Children – NCMEC (EUA) e a Polícia Federal.

Durante a fase de levantamento de informações, o Núcleo de Inteligência Policial (NIP/DEPCA) identificou nas duas cidades acima grande tráfego de material de abuso sexual infanto-juvenil (CSAM) em âmbito cibernético. Ainda nessa fase, os investigadores constataram que se tratava de dois locais de residência do suspeito, para as quais a Autoridade Policial da Especializada representou por Busca e Apreensão.

Desse modo, nessa manhã, equipes da DEPCA cumpriram a busca e apreensão em Ponta Porã e Maracaju, sendo que, nessa última, em posse do suspeito de 29 anos, foi localizado um aparelho celular com mais de mil arquivos de vídeo e fotos, além de 5gb (gigabytes) de arquivos armazenados, contendo cenas de abuso sexual infanto-juvenil. O suspeito foi encaminhado à Delegacia local para demais providências de praxe e responderá pelo crime do Art. 241-b do ECA (Crime Hediondo – Lei 14.811/2024) e, se condenado, pode pegar até 8 anos de reclusão.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS
Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS

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