Quarta, 21 de Outubro de 2026
19°C 34°C
Três Lagoas, MS
Publicidade

Proposta assegura direitos a mulheres trabalhadoras que estão na informalidade

Em Mato Grosso do Sul, de cada dez mulheres trabalhadoras, quatro estão na informalidade. Com objetivo de proteger essa parcela populacional e prom...

Por: Redação 24h News MS Fonte: Assembleia Legislativa - MS
05/03/2024 às 14h50
Proposta assegura direitos a mulheres trabalhadoras que estão na informalidade
Deputado Pedro Kemp apresentou o projeto na sessão ordinária desta terça-feira

Em Mato Grosso do Sul, de cada dez mulheres trabalhadoras, quatro estão na informalidade. Com objetivo de proteger essa parcela populacional e promover seus direitos, o deputado Pedro Kemp (PT) apresentou, nesta terça-feira (5), o Projeto 40/2024 durante sessão plenária da Assembleia Legislativa. A proposição estabelece diretrizes para atendimento de trabalhadoras em situação de informalidade e de vulnerabilidade.

Entre outros objetivos, o projeto visa buscar proteção da mulher trabalhadora com vistas a deixar a informalidade para garantir renda estável na velhice; promover instrução e orientação para que as mulheres possam sair da informalidade; apresentar as vantagens decorrentes da formalização empresarial, notadamente em relação à segurança social; promover a educação financeira, securitária e previdenciária; e auxiliar a regularização fiscal.

Na justificativa da proposição, Pedro Kemp informa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados, no ano passado, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com o levantamento, em Mato Grosso do Sul, 40% do trabalho feminino é informal.

“Elas são doceiras, boleiras, manicures, diaristas, vendedoras de cosméticos, camelôs, trancistas, massoterapeutas, cuidadoras, motoristas de uber, domésticas etc, trabalhadoras que não têm registro em carteira profissional, trabalhadoras sem carteira assinada; sem CNPJ; aquelas cujo empregador não tem CNPJ, ou ainda trabalham para a própria família, sem rendimento em troca de abrigo e comida”, lista o deputado.

Passado o período de pauta para eventual recebimento de emendas, o projeto segue análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Considerado constitucional, a proposta continua tramitando com análises das comissões temáticas e votações em sessões plenárias.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Economia
Dólar
R$ 5,02 -0,03%
Euro
R$ 5,64 -0,20%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 443,781,82 +0,61%
Ibovespa
208,295,98 pts 1.57%